terça-feira, 7 de setembro de 2010

Axé: um ritmo brasileiro!

“Não será fácil para Srª. Sangalo expandir seu território e se juntar a cantoras como Beyoncé, Madona e Shakira como uma estrela pop globalmente conhecida.
Há, inevitavelmente, uma barreira de linguagem para a música em português.
A Srª Sangalo tem outro obstáculo: o ritmo. Muitos hits brasileiros como ‘cadê Dalila’, usam as batidas rápidas do axé, a música do carnaval da Bahia – uma batida rápida que poucos fora do Brasil podem acompanhar”.
Essa foi a critica do jornal americano mais importante, The New York Times, à performance de Ivete Sangalo no Madison Square Garden, onde a cantora baiana gravou seu novo DVD: “Multishow ao vivo – Ivete Sangalo no Madison Square Garden.
Crítica esta a qual concordo plenamente!
Todos nós sabemos que não será nada fácil para que a nossa diva ganhe destaque junto a outras cantoras mundialmente conhecidas. Mas afirmo, aos meia dúzia de leitores, deste humilde blog,que este “processo” esta acontecendo de forma mais ou menos rápida, e que logo chegará ao seu ponto final, ou melhor, ao começo de uma nova fase.
Foi dito pelo jornal que Ivete tem pela frente uma grande barreira, na qual o jornal afirma ser o ritmo baiano, onde diz ser um ritmo com batidas bastante rápidas e muito difíceis para um não-brasileiro acompanhar.
Concordo com isto também... Mas antes de darmos um livro à uma criança temos que, primeiramente, ensiná-la a leitura, e para que incentivar esta leitura temos que mostrar, entre outras coisas, uma biblioteca. Assim, esta criança se encantará e “praticará alguns livros”. Acho que isso se encaixa perfeitamente bem à música baiana não acham?
O ritmo pode não ser o melhor do mundo, mas com muitíssima certeza é mais contagiante e encantador que as, mundialmente fumosas, vuvuzelas, que fizeram a festa na copa da África em 2010.
Concluo dizendo que o axé é um ritmo pouco conhecido, mas que por causa de nossa Ivete, será globalmente famoso e sem dúvida alguma, degustado até a última gota por ser contagiante e diferente!

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

A propaganda é a alma do negócio.

Estava eu sentado assistindo a um programa na televisão quando começou os famosos comerciais. Até aí tudo bem, começou o “probleminha” quando a propaganda de uma cerveja começou.
Propaganda muito simples, em minha opinião, mas que deixa muito claro a idéia que ao consumir tal cerveja a pessoa ganha um grande status social. Fama, dinheiro, poder, mulheres/homens, são uma das poucas coisas a oferecer...
Agora pergunto-lhes: desde quando consumir tal produto traz fama e sucesso? Pois respondo: desde quando uma certa pessoa começou a querer ter posse à bens materiais luxuosos de maneira fácil e mais ou menos rápida. Então se perguntou: como? Vendendo meu corpo? Afirmo, sem preconceitos, que a prostituição não traria de modo rápido os bens materiais desejados.
Então como? Pergunto-lhes...
A resposta para tal questão é simples: resolveu fazer como alguns dos publicitários, que em minha opinião, são indotados de capacidades produtivas, criam um produto “furreca” e passam a imagem que ao usá-lo trará, digamos assim, grande felicidade.
Portanto estes criadores, a quem prefiro chamar de caixas eletrônicos insaciáveis, não precisam fazer uma lavagem cerebral, nem mesmo ser um X-men, com a capacidade de ler mentes e mudar as suas vontades. Basta criar um comercial de um “mendigo” que ao usar tal coisa seu status aumentará com uma rapidez surpreendível, e tal produto venderá como água.
Ta aí: “a água”, um produto tão vendido, que ao contrário de certos produtos (cigarro, por exemplo), traz apenas benefícios à saúde. E não vi, por toda a minha existência, um comercial mostrando que ao bebermos água o status virá ao nosso encontro.
Concluo dizendo, que em minha opinião, não precisamos de determinados produtos para obter status. E digo mais: “fique dependente da cerveja, do comercial, citado por mim, que você, terá sim, a fama desejada, só que a fama de ‘alcoólatra embriagado”.
Se a propaganda é a alma do negócio, neste caso, essa alma não será salva!

domingo, 29 de agosto de 2010

Ídolo tem?

“Filho do famoso cantor Fábio Jr, o ídolo ten do momento, Fiuk, esbanja simpatia por onde passa “...
É, até concordo que este herdou de seu pai a visível simpatia. Mas, chamá-lo de ‘ídolo’? Isso já discordo totalmente!
“Apesar da pouca idade já traz em seu currículo a profissão de ator e cantor”.
Bom, triste é uma pessoa que diz que o canto de uma girafa é o mais belo dentre os animais, já que esta é incapaz de produzir qualquer ruído, já que não dispõe de cordas vocais...
Li hoje em um jornal ‘x’ que o vocalista da banda Hori, lançará uma marca de roupas baseadas no estilo de vestir deste.
Ao ficarmos sabendo de tal ‘novidade no mundo na moda’, fica a perguntinha no ar: ‘será que seu talento para estilista será da mesma intensidade que seu talento para atuar e cantar?’. Pois na minha opinião... Bom, acho melhor esperarmos para ver no que vai dar. Mas adianto uma coisa: melhor não criar grande expectativas sobre tal assunto, já que todos nós temos o nosso tão famoso ‘cinco minutinhos de fama’.

sábado, 28 de agosto de 2010

Felicidade.

“Pelo menos cinco dos 33 mineiros soterrados em uma mina no Chile apresentam sintomas de depressão, disse nesta sexta-feira o ministro da Saúde do Chile, Jaime Mañalich.”
Essa noticia esta por todo mundo, acredito eu que a maioria das pessoas ao menos ouviram falar desse assunto...
Ao ler esse trecho extraído de um jornal ‘N’, me perguntei: ‘Será que a humanidade esta soterrada em um grande buraco e com grandes chances de uma depressão?’
Sinceramente, não conseguir chegar a uma conclusão aceitável. Só que alguns pontos, por mim pensados, pode levar você, meu caro leitor, à pergunta: estamos neste buraco também?
- As guerras, que por muitas vezes, usando esse termo resumindo todas, destroem vidas, famílias e até mesmo culturas bastante admiráveis, por motivos insignificantes;
- Nosso egoísmo para com o próximo;
Se eu fosse colocar tudo em pontos não conseguiria postar nunca este...
Direis, pois, que deveríamos deixar nossas diferenças de lado e viver a vida como ela é!
Muitas das vezes nos perguntamos: ‘Por que isso acontece comigo?’; ‘O que eu fiz para merecer tal coisa?’ E chegamos à conclusão totalmente precipitada que nossa vida é uma droga.
Agora lhe peço que abra um jornal e ao Lê-lo todo se faça as seguintes perguntas: ‘Sou mais feliz que aquele menino que morreu de fome?’; ‘ Será que aquelas pessoas tiveram a oportunidade de ler este post assim como eu?’....
Está bem, concordo com você, muita das vezes o material não traz a tão sonhada felicidade, mas afirmo que a felicidade esta nos olhos de quem vê...
Você já experimentou sorrir para um recém nascido e ver o que ele faz? Caso não, lhes digo: ‘ele retribui, com muita gratidão e felicidade, o seu sorriso’. Isso acontece pelo simples fato deste obter grande ingenuidade, e ser feliz com coisas, que para a visão de muitas pessoas, parecem insignificantes. Desejo eu que todos nós fôssemos como os recém nascidos: ao dar um sorriso, mostrar realmente, mesmo sem saber, que está feliz pelo simples fato de estar vivo... Só que meu desejo se realizará só quando eu encontrar a lâmpada de Aladin (se)...
Concluo, então, dizendo-os que, se achares sua vida uma droga, trague-a! Acho que sua felicidade depende unicamente de você!

FAKES: INIBIÇÃO DE PERSONALIDADE.

“Realmente não sei mais o que pensar dos hipócritas que se passam pelo que chamamos hoje de ‘fakes’.

Outro dia perguntei a razão de uma pessoa se passar por tamanha, com a licença de meu ponto de vista, idiotice, e ela sem medir palavras simplesmente respondeu que ‘ Tem medo de como a sociedade a veja de acordo com as suas atitudes, e que fakes geralmente são pessoas nas quais sua verdadeira sexualidade não querem demonstrar aos amigos, professores e principalmente à família, na qual têm medo de seres excluídas’.

Agora pergunto-lhes minha meia dúzia de leitores: ‘ Do que vale a vida sem seus desafios diários? Do que vale esta sem sermos nós mesmos? ’ Pois respondo: ‘NADA!’.

Acho, ou melhor, tenho a extrema certeza, que devíamos primeiramente deixar nosso preconceito de lado, e assumirmos quem as pessoas são e, principalmente, quem somos verdadeiramente. Mas o que também afirmo, com muitíssima tristeza, é que esse ‘processo de aceitação’ poderá demorar anos, décadas, séculos... já que o primeiro passo deve ser tomado, e isso é o que é difícil de fazer: ‘sermos nós mesmos”.